Tutoriais de diagramação de mídias impressas e digitais com o InDesign

21 21UTC fevereiro 21UTC 2012

InDesign Brasil

Para os jornalistas que querem dominar a técnica da diagramação de jornais e revistas impressos e até mesmo de revistas digitais para tablets, sugiro conferir o blog InDesign Brasil!

Irei colaborar no blog do meu amigo Vitor Vicentini com tutoriais simples e práticos do InDesign, que é o aplicativo mais popular para criação e edição de impressos, mas também apresenta novas soluções para criação de mídias digitais.


Sobre a criação de revistas digitais para tablets

21 21UTC dezembro 21UTC 2011

Apresentei no dia 9 de dezembro de 2011, no Teatro Escola do CEUNSP-Salto, o meu trabalho de conclusão do curso superior de Jornalismo. O tema foi a criação da revista digital Sorria para tablet. Foram meses de muito trabalho, afinal, tratava-se de pesquisar a produção de revistas digitais para o suporte tablet, assunto que carece de bibliografia acadêmica na área.

Defendi a ideia de que uma revista digital não é somente um arquivo digital fechado (como um arquivo PDF, por exemplo) que é visualizado em uma tela. Uma revista digital deve usar todos os recursos que seu suporte pode oferecer. Como já dizia o filósofo Marshall McLuhan: “O meio é a mensagem”. Foi preciso, portanto, analisar a revista digital como uma nova mídia, composta por elementos da revista impressa (periodicidade, segmentação, portabilidade), elementos da narrativa digital (multimidialidade, interatividade, hipertextualidade) e elementos únicos do tablet (páginas com dois layouts para visualização vertical e horizontal, eixo de leitura da esquerda para a direita e de cima para baixo).

Uma revista digital deve saber explorar esses recursos, mas não como uma forma extravagante de chamar a atenção, e sim passando informação de forma otimizada, unindo jornalismo e design para gerar uma nova experiência narrativa imersiva, na qual todos os elementos (layouts dinâmicos de páginas, textos, imagens, vídeos, áudios, infográficos interativos etc) se complementam.

Posso dizer que o resultado servirá como base para mais estudos e criações sobre revistas digitais e também sobre novas formas de narrativas digitais imersivas. Por fim, agradeço muito a todos os amigos e professores que me acompanharam nessa jornada! Super abraços!


Apresentação do meu Trabalho de Conclusão de Curso sobre Revista Digital para Tablet

8 08UTC dezembro 08UTC 2011

TCC sobre Revista Digital para Tablet

 

Foram quatro anos de muito aprendizado, experiências, alegrias e, claro, muito sangue e suor no caminho para me tornar um jornalista. Sei que ainda tenho muito o que aprender, pois nunca há um momento em que se deve “parar de estudar”, mas o contato com os professores e estudantes de jornalismo, as discussões, o treinamento no jornal-laboratório… tudo foi fundamental para eu ter uma base profissional.

É em agradecimento aos meus amigos e professores que convido a todos para a apresentação do meu trabalho de conclusão do curso superior de Jornalismo da Faculdade de Comunicação, Artes e Design do CEUNSP!

Irei mostrar o que é uma revista digital para tablet e revelar a transposição que fiz da revista impressa Sorria para esse novo suporte digital, adaptando essa publicação para um meio interativo, hipertextual e multimídia.

Nos vemos lá! Abraços!


Jornal de Proveta: a análise dos jornais-laboratórios universitários

19 19UTC novembro 19UTC 2011

Blog Jornal de Proveta

Uma atividade importante, até mesmo fundamental, para a vida universitária do estudante de jornalismo é a atuação em um jornal-laboratório do curso. As razões são inúmeras. Além da criação de um portifólio para comprovar sua experiência há o desenvolvimento e aprendizado das técnicas e práticas do jornalismo impresso (nunca seja escravo da sua pauta), do funcionamento de uma redação (um manicômio a céu aberto, como diz meu professor), a necessidade de trabalhar em grupo (me passa o e-mail daquele seu contato), as reuniões de pauta (turma, já falamos de carnaval na última edição de fevereiro), etc. Trata-se de um veículo voltado ao aprendizado, na qual o foca amadure entre acertos e erros.

E para abordar esse universo tão legal das nossas universidades os meus amigos Nathália Pimenta e Geraldo Siqueira criaram um blog de nome bem sugestivo. Jornal de Proveta é o espaço para a análise do jornal-laboratório, do seu conceito até os vários exemplos espalhados pelo Brasil.

Confira as dicas para fazer o seu jornal-laboratório gerar bastante interesse e também informe aos autores sobre o jornal-laboratório da sua faculdade, toda informação será bem-vinda!


Agora é focamais.com !

14 14UTC novembro 14UTC 2011

Foca Mais! .com

O blog Foca Mais! tem um novo domínio: http://focamais.com/

O domínio antigo, http://focamais.wordpress.com continua funcionando e irá redirecionar o leitor para o domínio principal.


XIII Festa do Livro da USP [ATUALIZAÇÃO: novas datas e local]

9 09UTC novembro 09UTC 2011

Para os jornalistas que têm paixão por leitura (e gostar de ler é praticamente um pré-requisito da profissão) fica a dica: nos dias 14, 15 e 16 de dezembro irá ocorrer a XIII Festa do Livro da USP, das 9h às 21h,  na Escola Politécnica da USP.

O evento irá reunir diversas editoras, com livros dos mais diversos temas, de ensaios filosóficos a teorias da comunicação, de quadrinhos a poesias, um pouco de tudo. Mas o grande diferencial dessa festa literária são os preços: todos os livros têm, no mínimo, 50% de desconto em relação ao preço nas livrarias. Não se trata de encalhe nem liquidação de estoque: é uma exigência dos organizadores para que as editoras possam participar e, em contrapartida, elas não precisam pagar nada para expor.


Conheça a nova Lei de Acesso a Informações Públicas

2 02UTC novembro 02UTC 2011

Na noite de 25 de outubro, a lei de acesso a informações públicas foi aprovada sem alterações no texto aprovado pela Câmara. Agora, a lei segue para sanção presidencial.

A lei teve forte oposição do senador Fernando Collor (PTB-AL), que defendeu proposta de renovação indefinida de sigilo de documentos considerados ultrassecretos e da não obrigatoriedade da divulgação de informações na Internet, tornando-a somente uma possibilidade. A publicação de documentos seria feita somente no Diário Oficial da União e somente se houvesse solicitação.  O presidente do Senado,  José Sarney (PMDB-AP), também se opôs ao fim do sigilo eterno. A posição dos dois senadores interferiu na vontade da presidente Dilma Rousseff (PT) de ter o projeto aprovado no Senado antes do dia 3 de maio (Dia Mundial da Liberdade de Imprensa).

No dia da votação, senadores de diversos partidos argumentaram contra a proposta de Collor. José Sarney deixou o plenário nesse momento. Por fim, a proposta do ex-presidente foi rejetada pela maioria dos senadores (43 a 9) e o projeto da Câmara foi votado e aprovado.

Como funciona a lei
Documentos que não são de acesso público agora não têm sigilo eterno e a duração do sigilo varia conforme sua classificação:

  • Ultrassecreto: 25 anos;
  • Secreto: 15 anos;
  • Reservado: 5 anos.

Terminado o prazo, o documento perde a classificação e torna-se um documento de acesso público. Só os documentos ultrassecretos podem ter seu sigilo renovado, e apenas uma vez. Portanto, um documento desse tipo só poderá ser mantido em segredo por, no máximo, 50 anos.

Informações públicas
Além do fim do sigilo eterno, a nova lei, a partir do momento em que for publicada no Diário Oficial da União, dará aos órgãos públicos (Executivo, Legislativo, Judiciário, Ministério Público, tanto no governo federal, como nos estados e nos municípios) o prazo de 180 dias para a publicação na Internet das seguintes informações:

  • Registros de todos os repasses ou transferências de recursos financeiros;
  • Registros das despesas;
  • Informações de licitações, inclusive os editais e resultados;
  • Todos os contratos celebrados;
  • Dados gerais para o acompanhamento de programas;
  • Ações, projetos e obras de órgãos e entidades;
  • Respostas a perguntas mais frequentes da sociedade.

Todo cidadão tem o direito a pedir o acesso a informações públicas e o órgão público requisitado tem o prazo de 20 dias para fornecer a informação. O prazo pode ser prorrogado por mais dez dias, desde que o ente público apresente uma justificativa para o adiamento. E o acesso à informação pode ser negado, mas desde que o ente público apresente uma justificativa por escrito de sua decisão.

Para mais informações sobre a lei e sobre a transparência dos documentos públicos, confira os seguintes sites:

- Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo)
- Fórum de Direito de Acesso a Informações Públicas
- ONG Transparência Brasil
- Portal da Transparência do Governo Federal


Acervo digital de revistas e jornais

29 29UTC outubro 29UTC 2011

Uma importante fonte de informação para quem faz jornalismo é o acesso a acervos de revistas e jornais. Um acervo de publicações antigas ou ainda em circulação permite analisar evoluções gráficas e editoriais e ver como são abordados e analisados os temas de cada época.

Uma biblioteca de qualidade possui uma hemeroteca (coleção de jornais e revistas) para consulta. Mas a Internet expandiu a disponibilidade dessas publicações. A seguir, uma lista de acervos digitais:

Brasiliana – USP
O projeto de digitalização do acervo bibliográfico e documental da USP sobre assuntos brasileiros já conta com mais de  1.200 periódicos para consulta. O acervo inclui desde a revista Klaxon, voltada para a divulgação da arte moderna, até o Correio Brazilense, publicado a partir de 1808 e considerado o primeiro jornal brasileiro.

Arquivo Público do Estado de São Paulo – Revistas
O arquivo do Estado é composto de revistas do século XVIII, como  a Revista da Academia de S. Paulo de 1859, até O Atalaia, de 1980.

Arquivo Público do Estado de São Paulo – Jornais
O principal destaque desse arquivo são os diversos jornais da comunidade imigrante de São Paulo, como o Amico del Lavoratore voltada para a comunidade imigrante italiana e 0 jornal sírio Al-Akfar.

Viver em São Paulo – Periódicos
Este site, também do arquivo público do Estado de São Paulo, destaca as revistas de variedades das décadas de 1910 e 1920, como O Correio da Semana, A Lua, Vida Moderna e Vida Paulista.

Memória da Imprensa
Outro site do arquivo público de São Paulo. Possui diversos artigos que contextualizam os jornais e revistas do arquivo público.

Biblioteca Nacional Digital
Aqui você pode consultar o acervo digitalizado da Biblioteca Nacional. Há inclusive um grande acervo da revista “O Malho”. A Bilbioteca também tem seu projeto de preservação da memória da imprensa, na qual é possível consultar fascículos de periódicos do século XIX.

João Carlos em Revista
Neste site, é possível consultar as versões digitalizadas de O Malho e Para Todos entre os anos 1922 e 1931, revistas dirigidas pelo designer e caricaturista João Carlos.

Memória Viva
O site Memória Viva busca a preservação histórica de periódicos. É possível acessar capas e artigos das revista O Cruzeiro, O Malho e Careta.

Projeto Memória
O Projeto Memória disponibiliza para consultas on-Line o Jornal Cruzeiro do Sul, a Gazeta de Sorocaba, o 13 de Março e O Veneno.

Diário de Pernambuco
O mais antigo jornal da América Latina disponibiliza (temporariamente de forma gratuita) a consulta a suas notícias. Na primeira etapa do projeto estão disponíveis as edições de 1980 a 1995.

Jornal do Brasil
O primeiro jornal brasileiro a ter seu site de notícias na Internet disponibilizou seu arquivo de jornais digitalizados por meio do Google News Archive. É possível consultar edições de 1891 até 1999.

Revista Veja
A revista Veja disponibiliza um acervo digital extenso: é possível ler sua primeira edição de 1968 até as edições mais recentes deste ano.

Revista Época
A revista Época, primeira revista brasileira que nasceu junto com sua versão on-line, disponibiliza os textos de suas matérias para leitura das edições de 2003 até hoje.

Revista Isto É
A revista Isto É também tem uma seção para leitura de matérias de suas edições anteriores. O acervo tem edições de 1999 até as mais recentes deste ano.

Revista Super-Interessante – Super-Arquivo
A revista Super-Interessante, voltada para as novidades culturais, científicas e tecnológicas, não vende mais seu acervo em uma coleção de CD´s. Mas no Super-Arquivo é possível ler os textos da revista desde o ano de 1987 até as edições mais recentes.

Revista Piauí
Todo o acervo da revista Piauí, desde seu primeiro número. Trata-se de uma revista com pautas pouco convencionais e que usa a técnicas do jornalismo literário.

Revista Continuum
Todas as  edições da revista Continuum do Itaú Cultural, publicação voltada para a difusão da cultura e da arte brasileira, estão disponíveis para consulta.

Revista Sorria
Aqui é possível ler todas as edições da revista Sorria, publicação voltada para histórias de conquistas e superações de gente comum.

Bibliotecno
O site Bibliotecno tem uma lista extensa e bem detalhada de diversos acervos digitais. Há de tudo, de periódicos históricos até os mais recentes. Vale muito a pena conferir.

Estes acervos estão ainda em fase de expansão, pois ainda há muitas revistas e jornais que precisam ser digitalizados. Portanto, se você souber de um novo acervo interessante, divulgue-o aqui na seção de comentários!


Fuego: o futuro do jornalismo agora no seu dispositivo móvel

16 16UTC outubro 16UTC 2011

Fuego Mobile

O Nieman Journalist Lab é um projeto do Nieman Foundation for Jornalism, a principal instituição jornalística de Harvard. O projeto visa ajudar os jornalistas a descobrirem os rumos do jornalismo nesta era digital. O projeto inclui diversas análises do que ocorre com o jornalismo nas redes sociais, como o jornalismo pode sobreviver comercialmente na Internet, como a comunidade pode colaborar com a produção jornalística, entre outros assuntos.

Mas, para saber quais os tópicos mais importantes sobre jornalismo digital no momento, o Nieman Lab lançou o Fuego, um site que junta na mesma página janelas com links para as pricipais discussões nas últimas quatro horas, nas últimas 24 horas ou na última semana, dependendo do filtro que você usar.

O Fuego monitora o Twitter e usa um algoritmo para capturar tweets que falam do futuro do jornalismo. Ele calcula os tópicos mais recentes e com mais repercussão para determinar quais são as principais discussões sobre jornalismo digital no momento. Os tópicos então são inseridos na página com uma manchete e um link e são numerados por ordem de importância.

Para complementar essa poderosa fonte de informações, o Nieman Lab otimizou o sistema para visualização em dispositivos móveis. Trata-se do Fuego for Mobile. E para quem usa iPods e iPhones, é possível salvar a página na tela inicial do aparelho. E cada nova adição no site é divulgada pelo @NiemanLabFuego, perfil do Fuego no Twitter.


Revista Por Exemplo expande novo projeto editorial

12 12UTC outubro 12UTC 2011

Capa da revista Por Exemplo

A primeira edição da revista Por Exemplo, da Editora Mol, já está disponível nos caixas e balcões da rede de supermercados e drogarias do Extra. Trata-se de uma revista social beneficente, na qual 100% do valor de capa, descontados os impostos, é doado para projetos educacionais, como a Parceiros da Educação e Todos pela Educação. A publicação traz histórias sobre brasileiros comuns que são exemplos de vida e superação.  A revista é vendida exclusivamente na rede varejista do Extra, e não em bancas de jornais.

Esse sistema de venda teve início com a primeira revista da Editora Mol, a Sorria, também voltada para temas de conquistas e superações de pessoas comuns, e que é vendida nos balcões da rede de farmácias Droga Raia. O valor de capa da Sorria é doado para o GRAACC (Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer) e para o Instituto Airton Senna.

Ambas as publicações revelam um sistema alternativo e sustentável de produção e venda de revistas: a produção de  uma revista social tem o custo patrocinado por cotistas. São empresas que ganham, pelo apoio, um espaço publicitário na revista. A revista é distribuída em uma rede varejista, o que elimina os pesados custos de distribuição em bancas. Além disso, a revista não precisa disputar espaço com publicações concorrentes. Por fim, como o preço da revista é maior que o seu custo de produção, o valor arrecadado é maior do que se as empresas patrocinadoras tivessem feito uma doação direta para as entidades beneficiadas.


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